Ainda que os mercados sigam precificando redução de juros em 2026, a alta do petróleo associada
aos bombardeios ao Irã, por mais que temporários, tendem a tornar pouco provável o movimento
de redução da taxa básica que atualmente se espera.
As evidências já eram de persistência das pressões inflacionárias em função do custo do trabalho
da interrupção do ciclo de queda dos preço

